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Em entrevista ao Jornal O Globo, na sexta-feira passada, Marcelo Freixo, do PSOL, mais forte nome da esquerda no Rio, retirou do páreo o projeto de candidatura que pretendia unir a esquerda e fazer frente ao fascismo e ao neoliberalismo na cidade. Quais as consequências disso? Quais as alternativas e reais chances da esquerda nessa importante cidade? Para responder a essas perguntas, eu conversei com o Bernardo Cotrim, carioca e bom entendedor da política carioca e que acompanha de perto a trajetória de Freixo e o diálogo deste com o PT. (19/05/2020)

