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Vivemos um tempo de penúria, tormento e muitas mortes; mas, mesmo assim, não podemos dizer que isto é um martírio, como estamos sempre a nos maldizer, pronunciando termos como "que sofrimento, que tormento, que matírio". Nada se comparará ao dar a vida em defesa de uma causa pela fé. Esta é a essência do ser martirizado, ser martirizada. Mártires de Cunhaú e Uruaçu - verdadeiros porque, em Cristo e como Cristo, ofereceram a vida em ação de compromisso com a fé professada. A reflexão é conduzida pelo psicopedagogo, Milton Dantas.

